Não existe família sem adúltera.
Só o cinismo redime um casamento. É preciso muito cinismo para que um casal chegue às bodas de prata.
O BLOG DE UM CASAL QUE SE AMA

Não existe família sem adúltera.
Só o cinismo redime um casamento. É preciso muito cinismo para que um casal chegue às bodas de prata.
Exerto do livro "Beauty", do esteta inglês Roger Scruton, ainda não publicado em Língua Portuguesa:

A melhor máquina que existe no mundo é a vagina:
Mas sexo virtual, só se for assim. Nada de webcam.
Um "causo", ocorrido alguns meses atrás. Tinhamos conhecido um amigo no site PerfilReal, um belo dia, resolvemos marcar para o fim da tarde um encontro para nos conhecermos. Faltava ele confirmar, mas fomos nos preparar.
A Sra Aburus queria estar bem depilada para a ocasião e, como um bom marido, lhe fiz a vontade com prazer. Porém, vendo-lhe a buceta bem exposta e bonita, não resisti e cai de boca. Depois meti-lhe uns dedos, enquanto chupava o botão rosa delicioso.
A "patroa" começou a ficar maluca.
- Enfia... Mete! - pediu ela.
Como os "pedidos" dela são ordens, tive que obedecer. Só que, ao meter na buceta, seu cu parecia me chamar. Mais uma vez não resisti, e depois de brincar nele com um dedo bem lubrificado, enfiei o pau lá também. Como sempre, a Sra Aburus rosnou de prazer e foi pedindo mais... Delícia, mas, e se o amigo telefonasse naquele instante?
E não é que ele ligou? Será que foi a força do pensamento? Sorte ou destino, como queiram, mas o celular tocou. Era o amigo!
- Atendo? - perguntou ela, me provocando.
Claro que disse pra "patroa" atender. O telefone tocou mais um pouco, ela gemeu com o pau enterrado no cu e, atendeu. Pesaroso, o amigo dizia que naquela tarde não ia dar. Ouvia tudo, pois a Sra Aburus pôs no viva-voz.
- Sabe o que estou fazendo? - perguntou ela, com a voz ofegante.
O amigo se calou por uns segundos, mas logo sua voz foi ouvida:
- Imagino...
- Estou dando o cuzinho... Meu macho tá me enrabando...
- Estou ouvindo.
E ouvia ! Ouvia ela gemer em alto e bom som, com as estocadas que levava no cu.
- Isso não se faz. Vocês são maus. Estou preso no trânsito e vocês ai...
Acho que eu me descrevi muito bem!
Nathália de Sousa, “Devassa” in Poemas. Natal: Sebo Vermelho, 2006
Eles ainda me lembravam dos momentos em que mergulharam na tua bunda na noite passada. Sim, é difícil mesmo tirar os cheiros de sexo da gente. Claro que nem me esforcei muito, só uma lavada básica depois da “luta”. Ainda na cama, na pós-foda, coloquei mais de uma vez a mão esquerda para lembrar teu cu. Principalmente ele, que me deixou mais uma vez de pau duro. Se meu pau não estivesse tão esfolado de tanto te foder ontem, teria batido uma. Mas não o fiz. Não o fiz porque hoje à noite, quero mais, muito mais! 


- Cuidado, amor. Dói. Devagarinho...
É muito difícil acreditar na autenticidade desse filme, supostamente estrelado por Jimi Hendrix, mas vamos lá:
Ao longo desse tempo duas ex-groupies, que já tinham estado com o guitarrista em outros carnavais, vão comentando suas impressões sobre o filme. Na verdade, é bastante perceptível que uma delas, Cynthia Plastercast, já tinha sido muito bem preparada para convencer a outra a concordar que o ‘long purple dick’ era sim de Hendrix. Além disso, Cynthia fazia próteses de pirocas de rockeiros famosos, e compara a réplica que fez de Hendrix ao que é visto no película:
É claro que faz. As meninas se esforçam para deixar a língua pra fora quando chupam o ator, demonstrando preocupação em deixar isso visível para a câmera. O ator parece um morto-vivo enquanto elas estão em cima dele, o foco são mesmo elas, se vê que o cara não está ali pra se divertir. Enfim, é um homem alugando o caralho para uma filmagem.
Vejam que o cara usava uma bandana. Para as ex-groupies, isso é mais uma prova de que era Jimi Hendrix, bem como o detalhe de alguns anéis na mão do cara. Bah... Não posso dizer que vivi naquela época, pois era um bebezinho nos anos 60, mas, pelo que dá pra perceber vendo fotos e vídeos daqueles tempos, muitos homens usavam bandanas e jóias. Definitivamente, esse não era um previlégio de Hendrix. Mas o pior é quando as duas apelam para memória, do tipo:
Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que não pretendo ensinar o Pai Nosso ao Papa, muito menos fazer um tratado sobre como dar prazer a uma mulher com carícias orais. Cada um tem um jeito, sua técnica. Sexo é entrega, posse, química, tesão, e aí entra também a intimidade com a mulher com quem se pretente fazer sexo, principalmente o oral.