SEXO CASEIRO 1

GOSTARIA QUE UM MACHO FIZESSE ISSO COM A MINHA ESPOSA


Sra Aburus

SOMOS

Somos um casal de bem com a vida,apaixonados,simples, maduros, com filhos maravilhosos, em busca de casais com idade compatível com a nossa, homens acima de 30 anos e mulheres para sexo com sigilo e cumplicidade. Não gostamos de parceiros que tratam as esposas alheis como putas baratas, pois elas não são. Entre quatro paredes gostamos de sexo prazeroso e com cumplicidade. Havendo afinidade, no auge do climax, ela gosta de ouvir palavras quentes e ousadas, palavras que a excitem.
Buscamos acima de tudo, conhecer e fazer amizade com:
- Homens com mais de TRINTA ANOS ;
- Mulheres FEMININAS;
- Casais MADUROS (Ele/Ela);
- Casais MADUROS (Ele/Ele) ;
- Casais (Ela/Ela)
Para, após um contato inicial onde vamos ver nossas afinidades, exibicionismo, sexo a dois, swing e ménage, sexo grupal. Somos iniciantes, com muitas fantasias, e estamos querendo realizar todas que a imaginação permitir, sem aberrações, sado ou violências de qualquer espécie. Queremos formar um grupo de amigos para festas regadas com muito "leite".



OS FOFOS TAMBÉM AMAM

OS FOFOS TAMBÉM AMAM
Ah... Esse espelho estratégicamente colocado... Dá uma vontade.

FOFOS TAMBÉM AMAM

PORQUE É TÃO DIFÍCIL SE VER "GORDINHOS" SE AMANDO, PORQUE SÁO SEMPRE SARADOS, OS BARRIGAS DE TANGUINHO QUE SE APRESENTAM NO MSN? POR ACASO OS"GORDINHOS" NÃO TEM DESEJOS, NÃO SENTEM TESÃO? CLARO QUE SIM! VAMOS LÁ, ESSE É UM ESPAÇO PARA FOFINHOS, MADUROS, NEGROS, MULATOS, PARDOS, AMARELOS, ATÉ PARA OS VERMELHOS, MAS QUE NÃO SEJAM DE RAIVA. RSRSRS BEIJOS A TODOS

A "Senhorinha"

A "Senhorinha"
A alegria não está nas coisas, está em nós!

DESEJO NÃO TEM IDADE...

DESEJO NÃO TEM COR, NÃO TEM PESO, NÃO TEM CREDO!
APENAS TRÊS COISAS NA VIDA NUNCA VOLTAM ATRÁS: A FLECHA LANÇADA, A PALAVRA PRONUNCIADA E A OPORTUNIDADE PERDIDA.
VOCÊ VAI DEIXAR PASSAR A OPORTUNIDADE?





Páginas

sábado, 10 de abril de 2010

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Você pode estar se perguntando:
-Por que uma mulher como eu, faria algo parecido com isto?
Pois é, por muitos anos eu acreditei na mídia, acreditei que as mulheres magras eram mais atraentes. Tentei, me esforcei para alcançar um físico que me deixasse mais atraente. Fiz regime, exercícios, caminhadas, e... Descobri que meu parceiro gosta de mim do jeito que sou, e eu sou feliz com ele. O trabalho ainda não estava completo! Eu estou aqui agora, para provar a mim mesma que meu corpo é de fato desejável, apesar de já não ser mais nenhuma garotinha. Tenho 36 anos, filhos e sinto que o tempo, apesar dos pesares, de estar se esgotando, ainda não me impede mostra-lo, de ser cobiçada. Eu acredito no meu homem, um homem liberal e companheiro, que vive dizendo:
- O corpo feminino é uma coisa bonita e pode ser apreciado como uma forma de arte, e ao mesmo tempo desejado.
Scraps Webix
Recados para orkut

By Aburus - Parte 2

A morena, com seus cabelos longos e cacheados, olhos castanhos, ao voltar do banheiro, disse:
- Amo meu marido, mas isso não afasta meus desejos... – e olhou Aburus com ar de desejo. - Queria experimentar algo novo, diferente!
Isso é coisa que se diga para um homem enamorado, um coração recém estraçalhado, em frangalhos? Um solitário, um perdido na noite, um moribundo que vagava pelas madrugadas em busca de um corpo quente e momentos de carinho?
Não! Aquelas palavras soaram como deboche, uma afronta, um... Um convite! Na verdade, a morena queria outro homem, mas não qualquer um, queria um especial. Atenta e debochada, a colega disse:
- Você quer trepar com um cara conhecido, um cara legal...
- Trepar?
- É!
Foi isso que a amiga falou, ao ouvir a morena sorrir. Entre as duas, vendo o rumo que a conversa tomava, vendo duas mulheres tão encantadoras, Aburus se excitou ainda mais. Ao tentar pronunciar uma frase, foi interrompido pelas doces palavras da morena.
- Na verdade, quando penso no assunto, o que mais me excita é o risco, o proibido. Queria ter um amigo de confiança, pois amizade é tudo, compartilhar, querer. Um amigo que me use como se eu fosse dele, sem que meu marido saiba de nada!
-Você sabe que muitos a sua volta ficam excitados, e... – Aburus soltou um suspiro. - Confesso que sou um deles!
Apesar das aparentes incertezas do que era certo ou errado, o relativo se mostrou. Falaram, falaram e falaram. Cansaram a língua, sorriram, trocaram confidencias, tornaram a falar de desejos, fantasias, intimidades. Mas, sempre presente, o, mas não aconteceu. Não foi naquele dia, nem naquela semana, mas seria em um dia, num final de expediente. Aconteceu! E aconteceu porque tinha que acontecer. Aconteceu na hora certa, e se não fosse, não teria acontecido.
Sem ninguém na volta, solitários, a morena e Aburus, Aburus e a morena, no escritório... Não deu mais para resistir. Ele foi pra cima, um faminto atacando a comida, o anticorpo atacando o vírus. Sem resistência, Aburus começou a beijar o pescoço da morena, num amasso gostoso ali, junto à mesa mesmo. Não tirou suas vestes, simplesmente levantou a blusa e puxou o sutiã. O desejo é grande, não podiam perder tempo com preliminares.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Marido vende melancia... Com a mulher, na BR 153




AMOR MEU!

Amor Meu ...
Hoje, eu precisava lhe dizer
uma coisa muito importante,
o quanto é difícil para mim:
- viver cada minuto longe de você;
- dormir, sem que todos os meus sonhos
não sejam com você;
- olhar as estrelas, e nelas não imaginar
o brilho do seu olhar;
- ouvir uma linda canção, sem me lembrar
dos nossos momentos, cheios de paixão;
- sentir a brisa, e não pensar em suas mãos,
a me acariciar;
- sentar ao sol, e ter saudades do calor
do seu corpo junto ao meu, a me aquecer;
- não ter a todo instante, a sua boca
para eu beijar;
- acordar, e não ter você ao meu lado
para abraçar e cortejar !

HOJE SOU TUA

A ti ofereço o meu corpo, objeto de pecado,de prazer.
Objeto teu...Objeto do teu corpo,da tua mente.
Hoje sou tua.Não me olhes nos olhos.
Não percas tempo com falas mansas,nem com beijos calorosos.
Lança as tuas mãos sobre o meu corpo.
Sobre a pele que se reflecte no teu olhar.
Lança as tuas mãos, as tuas garras, sobre mim.
Me beija o pescoço,morde meus ombros.
Não seja brando,puxa meus cabelos.
Desliza a tua mão pela minha nuca
Puxa a minha cabeça mais para trás e rouba-me um beijo.
Faz com que as tuas mãos deslizem pelo meu corpo
Por cada pedaço de mim que te é oferecida.
Num gesto violento, puxa o meu corpo para trás.
Penetra-me de uma só vez.
Mais uma e outra vez.
Repete tudo de novo,de forma diferente...

ESCUTA...



Escuta...
Meus apelos
Sinta
Meus loucos desejos
Tenho pressa
De aninhar-me em teu peito
De enlaçar nossas coxas
Tenho necessidade
De sentir teu cheiro
Que me inebria
Faz-me louca
Minha boca
Sedenta
Sôfrega
Anseia por teus beijos
Minhas mãos
Buscam te sentir
Entrego-me
À sedução.
Que me invade as entranhas
Faço-me nua
Abro-me para você
Com luxúria e tesão
Quero ser tua!

TEMPOS MODERNOS

“As experiências sexuais anteriores de uma mulher são seu maior tesouro quando o assunto é sedução, dentro do relacionamento”. O homem seguro de seu poder sexual gosta de ser ameaçado, pois isso constrói ainda mais poder para ele, e desse modo à própria mulher se beneficia com isso. Vejam a seguir um exemplo extraído de um diálogo do best seller “Culpa e Prazer” da autora Lora Leigh:
-Meus maiores orgasmos não foram com você Antoine...
-O que quer dizer com isso?
-Nada... Apenas isso. Simplesmente isso. A verdade.
-Continue.
-Tive um namorado turco chamado Fashid.Seu pênis era grande e espesso.Ficava ereto por muito tempo e me preenchia totalmente.Acho que aquela dureza insistente e o ritmo dos quadris potentes de Fashid faziam algo em mim explodir.Meu gozo vinha do fundo da alma.
-Você nunca me falou dele Anna...
-Ele ejaculava no meu rosto, na minha boca e sobre meu corpo como uma fonte de leite quente e viril. Nunca vi tanto assim...
-O que acha do meu pênis Anna. Seja sincera.
-Eu amo seu pênis. Ele é pequeno e tem um aspecto carinhoso. Acima de tudo seu pênis está ligado ao seu corpo, que está ligado ao seu espírito. Fashid me amava como um leão, mas sempre teve a alma de uma hiena.
-Quer dizer que não o deseja mais?
-Eu o desejo com minha pele, minha boca e minhas carnes. Não há como não desejar um prazer daquele Antoine. Aliás, desejo cada um que me fez sentir prazer. Não tive uma legião de homens, mas escolhi bem os que me possuíram
-Eu gostaria de vê-la gozando assim tão intensamente...
-Eu sei. Você é meu corno... Meu corninho. Eu te amo Antoine
-Quero ser traído Anna... Quero ser casado com uma vagabunda..
-Antoine querido, como sempre, seu desejo é uma ordem.
Assim como uma ponte que vai sendo reforçada nas bases conforme a pressão da força das águas vai aumentando, o homem que sabe de seu poder sexual edifica bases psicológicas cada vez mais sólidas a cada vez que é intimidado ou provocado pelas lembranças e preferências da parceira. Ou seja, de certo modo, num relacionamento ousado, adulto e saudavelmente aberto,quando a mulher abre sua caixa de memórias sexuais e mostra que outras pessoas já foram melhores amantes e insinua o tabu sobre o tamanho dos pênis de outros homens,ela está dando imenso material para o parceiro reforçar suas bases de poder. É assim que ele resiste às tempestades de provocações da sensual parceira. Podem notar que Antoine propõe à Anna um adultério consentido e ela prontamente assume a persona da mulher infiel e insaciável. Vale notar que isso demonstra que existe um forte senso de controle de Antoine sobre Anna. Acho que desse modo fica explícito o caráter inseguro e submisso dos homens ciumentos e o poder que os maridos liberais vão ganhando sobre suas parceiras. Não é a toa que os casamentos liberais ao redor do globo têm sido mais felizes e duradouros do que os tradicionais.

terça-feira, 6 de abril de 2010

LEI DO AMOR

Artigo 1º
O amor pode apropriar-se de todo e qualquer coração, com ou sem anuência do dono.
Artigo 2º
Em presença de sentimentos inferiores, tais como a raiva, o ódio e o ressentimento, ao Amor é permitido julgá-los e extraditá-los sem direito a reconsideração da pena.
Artigo 3º
O Amor deve ser respeitado em todas as suas formas, sejam elas dirigidas a pessoas, coisas, vegetais ou animais.
Artigo 4º
Ao Amor é sempre permitida a companhia do perdão, pois que sem este ele está falsificado.
Artigo 5º
O Amor tem o direito de ficar cego, surdo e mudo quando em presença de maledicências e pode apresentar-se como agente de paz diante de desarmonias e atos prejudiciais a todos os seres do planeta.
Artigo 6º
O Amor tem licença plena para manifestar-se livremente, independente de raça, credo ou religião. Ele é incondicionalmente livre para viver em seu habitat natural: o coração.
Artigo 7º
O Amor é bússola que aponta o caminho para a Felicidade e assim deve ser indiscutivelmente reconhecido.
Artigo 8º
A todo aquele que banir o Amor do seu coração será imputada a pena de solidão, isolamento e sofrimento perpétuos.
Artigo 9º
O Amor nunca deverá ser responsabilizado por dores, perdas ou danos e tem amplos poderes para neutralizar todas as batalhas, sejam elas emocionais, familiares ou sociais.
Artigo 10º
Ao Amor não se aplicam Leis Trabalhistas: Ele pode exercer suas funções 24hrs por dia durante TODOS os dias do ano.
Artigo 11º
Quando o Amor entra em corações, deve ser bem recebido, bem tratado, bem nutrido e absolutamente livre para agir em prol de todos os envolvidos por ele.
Artigo 12º
Em nenhuma hipótese o Amor deverá ser álibi para atitudes de más intenções, tais como usá-lo como desculpa para enganar, iludir ou controlar corações. Também nunca poderá ser instrumento de brincadeira com o sentimento do homem ou da mulher.
Artigo 13º
Toda e qualquer tentativa de matar o Amor será tratada pelo Universo como crime contra a vida do próprio mandante.
Artigo 14º
O Amor é partidário da Lei de Causa e Efeito: Ele pode partir em definitivo da Vida daqueles que optam pelo sofrimento diante das adversidades, e também daqueles que se deixam cair em abandono.
Artigo 15º
Ao Amor nada deve ser acrescentado e Dele também nada retirado, posto ser o mais perfeito de todos os sentimentos e manifestação absoluta de Deus.
Parágrafo Único:
Os Direitos do Amor sempre protegerão os legítimos Direitos de Todos os Seres.

REVOGUEM-SE TODAS AS DISPOSIÇÕES EM CONTRÁRIO! VIVA-O.... APENAS SINTA-O NA SUA PLENITUDE...
Fotos Webix


No princípio eu era uma Eva
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar o perdão.
Passei um ser Amélia
A mulher de verdade
Para a Sociedade
Não tinha um menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi:
-Não dá mais!
Quero minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só apenas a esposa a filha
Sou puta, mãe, amante,arrimo de família
Sou caminhoneira, taxista,
Piloto feminina,
Policial, operária da construção ...
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER ..!!!!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

SOU SEXO, SOU PAIXÃO!

Sou sexo
Sem nexo
A mente não pensa
O corpo deseja
Sou carne que tem fome
Fome que não se consome
Sou alma, sou corpo
Corpo que se entrega
Entrega pra outro corpo
Corpo que me enlouquece
Membro que me aquece
Sou sexo sem amor
Amor que não vive sem sexo
Teu beijo me enlouquece
Teu carinho me aquece
Me aquece com teu corpo
Esse corpo que me faz quente de amor
Amor sem pudor
Posse com ardor
Sou sexo
Sou amante
Sou corpo
Sou mulher
Sou poetisa
Sou artista
Sou sexo
Sem nexo
Com meu jeito profano
Sou dócil e insano
Sou sexo sem paixão
Paixão sem razão
Sou corpo
Sou fera
Mulher, menina
Menina-mulher
Quando o desejo aflora
Minha alma chora
Sou um corpo sedutor
Faço sexo sem pudor
Mas quando amo
Não faço sexo, faço amor
By Sra Aburus

domingo, 4 de abril de 2010

By Aburus- Parte 1

Recém abandonado pela esposa, sem ninguém para amar, naquele sábado ensolarado de outubro, mormacento e abafado, Aburus acordou com a impressão de que algo muito especial iria acontecer. Na cama, relembrou dos momentos únicos passados na companhia da morena de cabelos cacheados. A morena de seios macios, a boca carnuda, o sorriso cativante e o corpo cheiroso e insaciável.
Oito horas, nada de cama, tinha que levantar. Aburus foi para o banho com aquela agradável sensação, com os desejos despertos, a ereção visível. Tomou banho pensando na morena, se vestiu para trabalhar pensando nela, foi dar uma olhada nos e-mail's, e sem poder se conter. Acabou ligando para ela. A voz macia lhe massageou a alma, lhe encheu de esperanças, lhe fez lembrar que apesar de possuí-la; de fazer sexo com ela sobre a mesa do escritório, de beijá-la as escondidas durante o expediente; que a morena tinha um parceiro. Sim, a morena era casada.
Justo naquele momento, num momento de angustia e tristeza, quando recém tinha sido abandonado pela esposa, quando queria preencher o vazio do lado esquerdo do peito, Aburus conheceu a morena. Mas, ela era casada...
Mesmo já não sendo mais um jovem rapaz, o sonhador de outrora, Aburus ainda sentia uma estranha atração por mulheres mais velhas, mulheres casadas e maduras. Sempre teve atração por "coroas", elas lhe enfeitiçavam, lhe despertavam a libido, mas nunca dispensou as jovens esposas.
Quando resolveu se lançar no mundo, descobrir o que era o "tal" ménage, foi com um casal bem mais velho que teve a primeira oportunidade de “pegar” uma coroa na frente do marido. Aburus, com seus dezoito anos, conheceu uma jovial senhora na casa dos cinqüenta. Uma mulher madura, fofa, com seios volumosos, ancas macias, cabelos compridos, dedos finos e ágeis. Uma mulher interessante e sedenta... Sedenta de amor, de carinho, de sexo, coisa que o marido já não lhe dava mais. O marido, um senhor alegre e descontraído, um homem simples, boa praça, só queria olhar. Era um voyeur. Seu desejo, ver a esposa sendo possuída, sendo penetrada por um jovem viril, usada e abusada.
O sonho dos sonhos de qualquer adolescente, de um jovem com espinhas no rosto, com os desejos despertos. Aburus ficou super excitado com tudo aquilo, sua imaginação ficou a mil, jamais havia feito uma loucura daquelas, a expectativa de ver seus sonhos realizados deixou-o com a cueca ensopada, queria muito possuir a coroa. E foi com o ímpeto, com a virilidade dos jovens, que se lançou como um animal faminto sobre o rechonchudo e macio corpo da coroa. Achou que estava fazendo a coisa certa, mas para seu espanto a mulher mandou-o parar. Com calma, a tranqüilidade de uma mãe que conversa com a filha, que lhe explica como deve fazer na hora do sexo, a coroa assumiu o controle dos jogos amorosos.
Para a decepção do marido que queria ver a amada sendo currada, violentada, enquanto se masturbava, assistiu a uma aula de como sua esposa gostava de ser tratada. Com a sabedoria daquelas que já viveram quase todas as fases da vida, a coroa acabou tendo uma noite de prazer ao lado de seu jovem amante negro. Foi o inicio de uma amizade que perdurou por vários anos.
Mas e a morena? Aburus estava sem dúvidas apaixonado pela morena do escritório. Estava sozinho. Nunca lhe faltou companhia para noites de prazer, mas ficou meio órfão quando a esposa lhe comunicou que desejava dar um basta na relação.
Tão sozinho, com o coração vago, de banho tomado e a barba feita, acendeu o primeiro cigarro do dia. Após a primeira tragada, com o efeito da nicotina sobre sua mente, vendo a fumaça subir, se espalhar pelo ambiente, lembrou do dia que conheceu a morena. Quando achava que o dia seria mais um entre tantos, eis que do nada surge ela. No meio da reunião, muito atraente e bonita, ela entrou iluminando o ambiente, ofuscando as “vacas trepadeiras” do escritório. Ela tinha um sorriso de menina, o encanto de adolescente, o corpo de mulher. Seios de médios, coxas grossas e roliças e uma boca... Boca feita para beijar, boca feita para lamber, boca feita para chupar um pau, ou vários. Uma morena simplesmente encantadora.
Tão linda, tão sedutora, mas tinha um, porém. A morena tinha uma aliança na mão esquerda, uma algema dourada no dedo. Não, isso não podia ser verdade. A morena era casada com homem bem mais velho que ela. Como Aburus ficou sabendo?
Noticia ruim não corre, voa! As más línguas se encarregaram de dar a ficha completa da morena. Não apenas passaram informações essenciais, como douraram a pílula, acrescentaram alguns pormenores que fizeram Aburus parar e pensar. Parar, fechar a boca, olhar em volta, já que todos lhe olhavam, e ver que acabara de dar um espetáculo deprimente diante do covil das sedentas.
O dia não passou, se arrastou, foi mais longo do que de costume. Às oito horas pareceram ter dezesseis, vinte quatro, sessenta e nove horas. Aburus olhava pra morena e os hormônios se atiçavam, entravam em prontidão. Mas a razão lhe atiçava algo que não gostava de sentir: Medo!
- O medo é seu aliado, quando um soldado sente medo, não faz bobagens. Ele para, pensa e age. – dizia o sargento na academia militar.
E não é que o sargento tinha razão? Mas a morena ali, tão próxima, tão bela, tão encantadora... Quem ia querer saber se a morena era casada com um negro alto e forte, um negro com cara de pit-bull, com um bigode de limpar xoxota? As “vacas” copulativas se encarregaram de deixar vazar que o marido da morena parecia um pugilista.
E ai? Em sã consciência, alguém teria coragem de tentar algo? Sabendo todos os pormenores, da forma como o marido tratava à morena, a razão recomendava que ela fosse esquecida. Mas, sempre tem um, mas... Uma colega que havia percebido os olhares, as indiretas, disse:
- Cuidado! O marido da morena pode te matar, se descobrir que andas dando encima dela!
Mais direto impossível, mas não o suficiente para dar um basta naquele desejo louco. E onde ficava a emoção nisso, o tesão? Tesão, isso, o tesão foi mais forte que a razão. Depois de muitas cantadas, Aburus finalmente conseguiu dar o primeiro beijo na sua musa. Conseguiu tocar aqueles lábios, sentir o gosto daquela boca, o ardor do beijo apaixonado e sincero. A entrega não foi total por causa da hora, dos colegas de trabalho, mas não demoraria muito para tanto.
Naquela noite, lembrando dela, Aburus não dormiu. Ainda sentia o corpo da morena junto ao seu, seu hálito doce, a seiva morna, as mãos lhe puxando, querendo, mas não podendo.
Outro dia, um dia de esperanças, não mais um dia como tantos outros. Se os ponteiros do relógio parassem quando a morena chegasse ao escritório, seria o melhor dos presentes que um coração apaixonado poderia ganhar. Só que o relógio, o infeliz era surdo, não ouvia suas súplicas. Insistia em se movimentar, fazer o ponteiro vermelho, o solitário ponteiro, andar mais rápido que os outros dois. E justamente o vermelho, na sua pressa, empurrava os irmãos.
Por sorte, os anjos do “coito”, aqueles pestinhas que ficam flechando os amantes apaixonados ao invés de ficarem tocando suas harpas, acomodados em almofadas de nuvens, trataram de pôr a artilharia em ação. Os arqueiros tomarem posição e, flesh, flesh, flesh, acertaram o coração da morena. Dos amassos, das trocas de carícias, dos beijos furtados até chegar aos finalmentes não demorou muito.
Numa manhã atípica, a morena chegou vestida de uma maneira compatível com alguém que vai trabalhar num dia de frio: blusa de lã, uma calça jeans, calçado fechado, meias, enfim... O normal. Seria por causa do frio, ou seria por causa da excitação, o motivo dos seios dela estarem duros? A morena começou a se preocupar, era visível seu estado, era como se a blusa fosse transparente, e Aburus percebeu sua excitação. A blusa era justa, para firmar seus seios médios, ela se valeu de um sutiã de renda, do tipo que avoluma ainda mais aquilo que a natureza criou.
No meio da tarde, surgindo do nada, como se surgisse da mata repleta de árvores, Aburus com seus olhos incandescentes, aparentando ser mais jovem do que era, fitou-a com os olhos de desejo. Estava com uma calça justa, vestia um moletom e um par de tênis, seu uniforme do dia a dia. Nem parecia ser um homem com a responsabilidade que tinha. Mais parecia um daqueles moleques que andam de camiseta pra fora das calças, jeans surrado e desbotado, tênis e um boné enterrado na cabeça. Aburus nunca deu muita importância para estilo, ele próprio, sempre fez seu estilo.
A morena sorriu, percebeu o quão era belo o efeito que seus seios provocaram sob o jeans de seu colega, o efeito arrebatador que provocara. Ele foi educado, caminhou em sua direção. Lado a lado, percebeu que ele lhe fitava com os olhos.
-“Culpa da minha blusa, aposto!” – ela disse pra si mesma.
Com o passar das horas, na companhia da morena, mais a amiga que havia percebido os olhares, as indiretas, numa conversa descontraída e franca, Aburus acabou comentando que era adepto do naturismo, que já fizera swing e ménage-à-trois. Foi o combustível necessário para o clima esquentar, a conversa tomar outro rumo.
O assunto começou a ficar mais picante, e cada vez mais excitada e gostando da conversa, a morena passou a rir, a provocar seu colega cada vez mais, ao ponto de, ao passar entre ele e a amiga, se esfregar sutilmente nele. Bem, digamos que não foi tão sutil assim, pois ela chegou a sentir o quanto ele estava excitado. Mas não era só ele que estava naquele estado. No banheiro, quando tirou a calcinha para urinar, a morena viu que estava totalmente ensopada.

O que fazemos em vida ecoa na eternidade...

Final de feriado, friozinho, a filhota querendo atenção e colinho, um domingo chuvoso ... Depois de uma noite maravilhosa, uma noite que tiramos para nós, para "namorar", aproveitando que a Babyzinha ficou com os avós, só nos resta lembrar. Uma noite que fizemos de tudo um pouco, até teclar com os amigos durante os intervalos de descanso nos fizemos. Foi muito bom, mas segunda-feira começa tudo de novo. Que a semana que se inicia seja tão boa quanto a passada.